Lagoa dos Ventos Uivantes


O alarme despertou às cinco da manhã, mas eu já estava acordado desde as três com as insistentes rajadas de vento que balançavam as árvores, cujos galhos acariciavam o telhado da casa. Água caía do céu, borrifando a civilização desacordada. Os meus pensamentos oscilavam entre os preparativos para a corrida e as lembranças do dia anterior. Nem lá nem cá, era hora de levantar. Continue lendo “Lagoa dos Ventos Uivantes”